Memorial

História da Igreja de Cristo no Oeste da África

   
   Os trabalhos da Igreja de Cristo no Brasil no Oeste da África iniciaram suas atividades em 2003, quando o Missionário Daniel manteve contato com o Presbítero Djair, da Igreja de Cristo em Rosa dos Ventos  (ICRV) em Parnamirim-RN. Nessa altura, foi apresentado à Secretaria de Missões da referida igreja o trabalho de um obreiro nacional chamado Pah Manneh o qual estava precisando de ajuda e cobertura para a obra que desenvolvia.

A igreja de Cristo em Rosa dos Ventos então deu início aos contatos com o Pastor Pah Manneh, fechando assim uma parceria junto ao mesmo e o seu trabalho no país de Gâmbia.

    A ICRV passou a enviar o sustento do pastor e dar a cobertura ao trabalho. Em 2006, os missionários Rodrigo e Alessandra Bellaguarda, procuraram o Pastor Antônio Dantas e expressaram  o desejo de irem ao país de Gâmbia como missionários pela Igreja de Cristo, o qual encaminhou os missionários ao Pastor Jean Claude, pois era quem estava a frenteno apoio ao trabalho em Gâmbia.

  Em 2007, no Conselho Nacional da igreja de Cristo no Brasil, foi decidido que os missionários seriam enviados à Gâmbia. Em novembro de 2007, foi realizado o envio pela Região Leste/RN. Os Missionários ficaram até 2008, quando precisaram retornar devido à  gravidez da missionária Alessandra.

À época ficou constatado que em Gâmbia existiam duas Igrejas, uma na cidade de Serrekunda, no bairro de Sukuta e outra na cidade da Saniang. Durante o período em que os missionários estiveram e Gâmbia, um novo trabalho foi iniciado no norte do país.

     Após o retorno dos missionários, o trabalho passou a ser acompanhado a distância pelo Missionário Rodrigo Bellaguarda. Em 2010, após a compra do terreno em Gâmbia, foi iniciada a construção do templo em Sukuta, o qual foi concluído em 2011. Nesse mesmo ano, o Pastor Pah Manneh teve a oportunidade de vir ao Brasil através de uma mobilização em conjunto com a Região Leste RN da ICB. O Pastor passou três meses visitando diversas Igrejas e Regiões, ministrando a palavra de Deus e compartilhando sobre os trabalhos realizados no país de Gâmbia.  Foi um tempo de muita edificação para a Igreja de Cristo no Brasil, contribuindo assim para a construção de uma visão missionária transcultural mais pragmática. A partir de então, os trabalhos começaram a crescer na Gâmbia ao ponto de contar com seis igrejas dentro do país.

     Hoje, o trabalho conta com três igrejas estabelecidas sendo uma, a sede registrada e oficializada no país. As outras três Igrejas foram fechadas pois não houveram recursos suficientes para continuar com os projetos.

      Em 2012, o Miss. Rodrigo Bellaguarda junto com o Pastor Pah Manneh iniciaram um projeto para expansão dos trabalhos para o Guiné Bissau (país vizinho), o qual em 2013, com a ida do missionário, deu-se início ao projeto Guiné Bissau, na cidade de Bissorã.  Em 2016, o Pastor Pah Manneh é enviado pela igreja de Cristo em Gâmbia para morar na cidade de Bissau e iniciar a plantação de uma igreja na capital do país. Hoje, o trabalho em Guiné Bissau conta com 42 irmãos na capital e um projeto em uma comunidade na cidade de Bissorã.



História da Igreja de Cristo em Fortaleza – CE
         Pr. Pedro Rodrigues

A Igreja de Cristo em Fortaleza - Ceará teve seu início no dia 05 de junho de 1946, as 19:00hs, com a realização do primeiro culto, na sala de visitas da residência do saudoso diácono Leontino Queiroz, irmão do Pastor João Queiroz, situada na rua Tiradentes, 766, no antigo bairro Campo do Pio, atualmente, Parque Araxá.

O primeiro culto foi dirigido pelo pastor João Queiroz, sendo utilizada como púlpito a máquina de costura da irmã Antônia Dantas (Neném). Participaram do culto nove irmãos: Pr. João Queiroz, Leontino Queiroz e sua esposa Antônia Dantas (irmã da falecida Nini Dantas, primeira esposa do pastor João Queiroz), Maria de Lurdes Queiroz (irmã do pastor João Queiroz e de Leontino), Luiz Pedro Lima, Cícero Celino, Luzia Praxedes, Isaías Fernandes e Francisca Fernandes.

Naquele momento o pastor João Queiroz estava viúvo da saudosa irmã Nini Dantas que falecera deixando-o com sete filhos. O mais velho tinha 12 anos de idade. Meses depois o irmão Leontino construiu ao lado da sua residência um salão onde passou a funcionar os trabalhos da Igreja até a construção do primeiro templo.


  A fim de dar continuidade a obra do Senhor iniciada em Fortaleza o pastor João Queiroz, viúvo, aconselhado por seu irmão na fé e amigo Antonio do Brabo foi até a fazenda Melancias pedir a mão da irmã Rita Pinheiro em casamento, casando-se com ela em 20 de novembro de 1946. No mesmo ano, os recém-casados fixaram morada em Fortaleza, por alguns dias na residência de Leontino e logo depois em uma humilde casa, propriedade de Leontino, situada a rua Francisca Clotilde, juntamente com os cinco filhos do primeiro matrimonio do pastor João Queiroz: Gidalte, Gidel, Gideon, Gerson e Gidélia, pois dos sete filhos, dois ficaram na casa dos avós: Gineton na casa dos avós paternos e Girlene na casa dos avós maternos por alguns meses. Também veio com eles a irmã Julia Pinheiro, irmã adolescente de Rita Pinheiro. Sendo abençoados pelo Senhor, no decorrer dos anos seguintes, nasceram mais sete filhos: Leni, Oton, Leci, Carlos, Adonias, Otília e Júnior.

   No início da igreja o pastor João Queiroz não tinha sustento eclesiástico, em decorrência da precária situação econômica dos irmãos e da intolerância religiosa (provenientes de adeptos de diferentes profissões de fé), sobrevivia vendendo produtos na feira livre, onde aproveitava para pregar o evangelho do Senhor Jesus Cristo e, também quando pregava nas fazendas era abençoado com doações dos fazendeiros amigos e convertidos. 

  Além disso, os recursos financeiros não permitiam alugar imóveis para funcionamento das atividades religiosas, nem para residência pastoral, fazendo com que a igreja funcionasse por nove anos em um salão da casa do irmão Leontino e o pastor João Queiroz residisse, a em uma casa humilde na rua Francisca Clotilde, cedida pelo irmão Leontino até que ele pudesse adquirir a sua própria.


Queiroz: Pedro, Leontino, João e Cícero

Familia do Pr. João Queiroz

  A comunidade inicial constituída de pessoas simples, oriundas do inferior, foi pouco a pouco se estruturando. Sem contar com ninguém, e na dependência do Senhor, a Igreja foi conquistando seu espaço com base numa ética que, entre outras coisas, incluía, principalmente, uma definição clara da doutrina da salvação eterna sem o concurso do mérito próprio, o governo da igreja teocrático congregacional e a vigência equilibrada dos dons ministeriais de Cristo e os dons do Espirito Santo, um compromisso vigoroso com a unidade do corpo de Cristo, e um testemunho piedoso da fé cristã.

  Sempre em obediência e submissão a Palavra do Senhor, o Pr. João Queiroz, cerca de dez anos depois de sua chegada a fortaleza, foi abençoado mais uma vez: dois dos seus filhos mais velhos, Gidalte e Gideon, servindo na Marinha, compraram um terreno e ajudaram a construir uma casa na Rua Frei Marcelino, 415, onde passou a residir com sua grande família.   E, movido pelo amor de Deus, o pastor utilizava sua residência como ponto de apoio para famílias que procediam do interior do Ceará e de outros estados em busca de serviços básicos em Fortaleza: pessoas enfermas, doentes mentais, famílias que fugiam da desgraça da seca, jovens em busca de emprego. Ele aproveitava as oportunidades para revelar-lhes a vontade do Senhor e o plano da salvação.

Primeiro Templo


   Também conseguiram, através de campanhas e doações voluntarias, em meio a muitas lutas e dificuldades, comprar um terreno e construir o primeiro templo. Assim com a Igreja já estabelecida em local próprio, na rua Frei Marcelino, 416, Parque Araxá (Atual endereço) e acrescidos alguns membros na igreja, contava com três congregações, iniciadas através do Pr. Manuel Marcelino nos bairros do Japão (hoje vila Sto. Antônio), Vila Porangabussú e outa rua Alexandre Baraúna, hoje Igreja Evangélica da Fé.
 
  Anos depois, por proposta da irmã Soledade Alves, a igreja pode dar o primeiro sustendo eclesiástico ao pastor João Queiróz. E, cerca de 25 (vinte e cinco) anos depois, no início da década de setenta, Deus iniciou um avivamento a partir da pergunta da irmã Oscarina Moreira fez ao Pr. João Queiroz sobre como controlar o uso exagerado de costumes e moda dentro da igreja. Comovido pela pergunta o Pr. João Queiroz respondeu que ele não tinha a resposta, mas iria orar e perguntar ao Senhor depois lhe daria a resposta. Chegando em casa decidiu orar sozinho até ter uma resposta do Senhor. A oração durou a noite inteira. No dia seguinte, Deus moveu alguns irmãos para orar também. Inicialmente: Gineton Dantas, Antonio Dantas, João de Sousa, Gerson Queiroz, Oton Levi. Pouco tempo depois aderiram ao avivamento os irmãos: Alexandre Carneiro, Aildes Pinheiro (então viúva de Gideon Queiroz filho do pastor João Queiroz), Girlene Queiroz (Filha do Pastor João Queiroz), Walfredo Medeiros e sua esposa Jaciara, e outros.
Com aquele avivamento, o SEIC (Seminário da Igreja de Cristo) foi iniciado e organizado. Mantendo inicialmente, 13 seminaristas, através dos quais foram implantadas 9 congregações, passando de 3 para 12 congregações na cidade. Houve muitas curas divinas, revestimentos de poder (enchimento no Espirito Santo), muitas conversões, muitos chamados aos ministérios de Cristo. O avivamento influenciou também as implantações da igreja de Cristo em São Paulo, Rio de Janeiro e outras cidades do Nordeste.
 
  Vale a pena relatar a direção de Deus na implantação da igreja de Cristo em São Paulo, fruto do avivamento em Fortaleza. O fato se deu assim: Gineton Dantas estava orando continuamente, realmente sem cessar e em todo tempo. Orava pela manhã, no horário do lanche e do almoço no trabalho, nos cultos a noite e depois dos cultos das 22:00 as 23:00, muitas vezes estendendo-se a meia noite. Numa dessas orações em intervalo de expediente, Deus falou ao seu servo Gineton audivelmente: “Meu servo, larga tudo e vai implantar minha igreja em São Paulo”. Ele assustou-se com aquela voz. Abriu os olhos, olhou em volta, para ver se havia mais alguém e não vendo ninguém voltou a orar. Por mais duas vezes a voz se repetiu. Terminada a oração ele impactado com aquela voz que, tinha convicção ser divina, resolveu fazer provas com Deus. 


  A primeira prova foi a seguinte: “Se realmente foi o Senhor que falou comigo, ao chegar no trabalho eu peça as contas e o gerente, sem questionar, me despeça com todos os direitos trabalhistas” e, o que de fato, aconteceu.
A segunda prova foi a seguinte: “Se realmente foi o Senhor que falou comigo, ao chegar em casa, eu diga pra Ângela (esposa) vamos implantar a igreja de Cristo em São Paulo? Ela sem questionar diga: Vamos” e tal aconteceu. Detalhe: A Ângela cursava faculdade de odontologia e teve que “tranca” a faculdade.


  A terceira prova foi a seguinte: “Se realmente foi o Senhor que falou comigo, ao falar com o primo Zedéquio Saraiva que preciso vender todos os meus moveis, urgentemente, porque preciso ir implantar a igreja em São Paulo, ele sem questionar, diga: eu compro. Quanto é?” e tal aconteceu. Bendito seja o nome do Senhor.


  Resolvido tudo nestes parâmetros, Gineton, juntamente, com sua esposa Ângela, comprou as passagens de avião, ligou para seu cunhado Djalma Pereira, que morava em São Paulo, informando dos planos, deste ouviu a seguinte resposta: “está louco? deixou teu emprego? Não venha, porque aqui é muito perigoso e difícil para o evangelho”


  Mas a convicção da direção de Deus foi mais forte. E ele foi. Tomou o avião e durante a viagem exatamente as 13:00hs teve a seguinte visão: “Chegou em São Paulo, recebido pelo seu cunhado Djalma Pereira e sua esposa Gidélia, pernoitaram e no dia seguinte chamou Djalma para tomar o carro e seguir conforme orientação do Senhor. Questionando Djalma pegou o carro e seguiu dirigindo obedecendo a orientação que o Espirito de Deus dava seguidamente ao seu servo Gineton. Em certa rua, Gineton olhou e havia uma Senhora escorada na porta de uma residência. Imediatamente, pediu ao Djalma para estacionar o carro, desceu e falou com a Senhora. E o Senhor lhe disse: é aqui o lugar da primeira igreja”. E, na expectativa da visão chegaram a São Paulo, pernoitaram e no dia seguinte seguiram exatamente conforme a orientação de Deus dada através da visão.


  Ao chegarem em frente a dita casa, desceram e ao cumprimentar a Senhora, ela disse, entre línguas estranhas: “Você é o homem que Deus me mostrou na visão e é você que vai implantar a obra do Senhor aqui”. Entre lagrimas, línguas estranhas e glorificação a Deus, convidou-os a entrar e relatou-lhes o seguinte: “Sou crente da Assembleia de Deus, meu marido, também, mas Deus o chamou para si. Eu fiquei só. E não tendo mais outra razão para viver neste mundo, senão evangelizar. Ofereci ao meu pastor a metade deste terreno para construir uma igreja. Ele não aceitou, porque disse que aqui é muito perigoso e não tinha obreiro para cuidar do trabalho e muito menos recurso financeiro para custear. Fiquei muito triste e fui chorar aos pés do meu Senhor. Ele ouviu o meu clamor e me mostrou em visão exatamente a 1:00 da tarde que você vinha do nordeste dentro do avião, eu lhe vi dentro do avião. E você vinha hoje aqui e eu tinha que lhe entregar o terreno para construir a igreja”. Após compartilharem as visões e as revelações divinas, oraram agradecendo a Deus por tudo e se despediram. Nos dias que se seguiram os procedimentos foram tomados, o templo foi construído e até hoje está lá na Rua Rainha das Missões, no bairro Vila Missionária.     


  A igreja de Cristo sobreviveu na graça e misericórdia do Senhor Jesus Cristo em meio a muitas dificuldades e perseguições de outra denominação, mesmo assim multiplicou-se em 32 Igrejas na capital e em 106 em todo o estado do Ceará. Exerceu um papel decisivo e fundamental na expansão da Igreja nos estados do Piauí, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, São Paulo e Rio de Janeiro.
Os pastores da Igreja de Cristo no Parque Araxá foram: Pastor João Queiroz, de 1946 a 1985, em sua gestão foram implantadas 13 congregações na capital. São elas: 1. Parque Araxá, 2. Vila Santo Antonio, 3. Porangabussú (Igreja Evangélica da Fé), 4. Jardim Guanabara, 5. Jardim Iracema, 6. Parque Iracema, 7. Colônia- através de Vila Santo Antônio, 8. Parque Genibaú – através de vila Santo Antônio, 9. Granja Portugal, 10. Monte Castelo, 11. Olavo Bilac, 12. Henrique Jorge e 13. Sitio Jari. Os pastores atuais respectivamente são: Evandro Soares, Pedro Neto, Antonio José, Misael Guedes, Antonio Almeida, João Morais, Wellington Barbosa, Gerson Queiroz, Silas Cardoso, Fernando Almeida, Alexandre Carneiro e Francisco Anatório. 


  O pastor Carlos Queiroz pastoreou de 1986 a 1991, em sua gestão foram implantadas 3 congregações na capital. São elas: 1. Aldeota, 2. Maraponga e 3. Castelão. Seus respectivos pastores: Carlos Queiroz, Pedro Aragão, e Alberto Alves.
Pastor Alexandre Carneiro de Sousa de 1991 a 2007, em sua gestão foram implantadas 11 congregações na capital. São elas: 1. Antônio Bezerra, 2. Vila Peri, 3. Messejana – através de Parque Iracema, 4. Curió – através de Parque Iracema, 5. Paupina– através de Parque Iracema, 6. Parque Itamarati– através de Parque Iracema, 7. Bom Jardim, 8. Novo Mondubim, 9. Conjunto Ceará, 10. Montese, e 11. Centro – através da Aldeota. Seus respectivos pastores: Barroso Neto, Pedro Rodrigues, Marcos Neto, Antonio Almeida, Daniel Melo, José Hilton, Wellington Barbosa, Alberto Silva, Nivardo da Silva, Tercio Sales e Carlos Robério.
Pastor Evandro da Silva Soares 2007 a 2017, em sua gestão foram implantadas 5 congregações na capital. São elas: 1. Aracapé I – através da Igreja no Centro, 2. Aracapé II, 3. Parangaba, 4. Parque São João e 5. Salinas. Seus respectivos pastores: Francisco Silveira, Ednardo, Jucivaldo Alves, Edvaldo Menezes e Missionários Dino e Melissa Guimaraes. Os co pastores da Igreja de Cristo no Parque Araxá foram: Gidel Dantas, Walfredo Medeiros, João de Sousa, Altevir Meneses e Gineton Dantas.
A igreja em Fortaleza ao longo de seus 71 anos construiu uma história marcada pela pregação do Evangelho, bem como, a assistência e o serviço aos mais pobres. Desenvolveu diversos projetos sociais como centros de assistência social em diversas igrejas, com variados cursos profissionalizantes, distribuição de cestas básicas, sopão, assistência religiosa nos presídios, visitação aos hospitais, apoio aos idosos, encontros de casais, congressos de jovens, dentre outras atividades que a tornaram um referencial de vivência da missão integral da igreja em nossa cidade, no estado e no país.


  Atualmente a igreja em Fortaleza conta com cerca de 2680 membros adultos e 1125 adolescentes e crianças. O quadro de obreiros é de 203. Sendo: 36 pastores, 62 presbíteros, 91 diáconos, 11 missionários e 3 evangelistas.
Os obreiros que notadamente mais se empenharam na administração eclesiástica, na obra de formação de obreiros e expansão missionária foram: Pastores João Queiroz, Carlos Queiroz, Alexandre Carneiro, Walfredo Medeiros, Altevir Meneses, Pedro de Sena, João de Sousa, Gerson Paulino, Evilazio Nobre, Pedro Rodrigues, Assis Nazário, Antonio Almeida, Francisco das Chagas, Evandro Soares, José Benício (administração), Misael Queiroz (organizador da escola Bíblica dominical), Salomão Guedes, Raimundo Nonato, Raimundo Paulino, Manuel Antônio, Manuel Marcelino e outros.


  A igreja de Cristo em Fortaleza hoje é um corpo de igrejas, congregações e obreiros maduros, herdeira de um passado de muitas lutas e vitórias, sempre valorizando, prioritariamente, o compromisso com o Evangelho de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, razão maior de sua existência, a obra missionária na busca do pecador perdido e leva-lo a assumir o compromisso eterno com Deus, através do Salvador Jesus Cristo, o Filho do Deus vivo. Aleluia. Amém.

ANEXOS

  • Imagem 01 Assistência ao idosos
  • Imagem 02 – Primeiro Batismo
  • Imagem 03 – Assistência aos pobres
  • Imagem 04 – Família – Pr. João Queiroz
  • Imagem 05 – Segundo Batismo
  • Imagem 06 – Assistência espiritual à família